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Reunião debateu regularização fundiária, emissão de documentos e fortalecimento da orientação trabalhista para comunidades rurais e ribeirinhas.
12/5/2026 – Durante o encontro, foram debatidas iniciativas relacionadas à regularização fundiária, emissão de documentação e orientação aos agricultores, com o objetivo de facilitar o acesso a projetos sociais e garantir mais cidadania às comunidades atendidas. A reunião também deu continuidade às tratativas do termo de cooperação entre o TRT-8, a Associação e a Movimento República de Emaús.
A presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, desembargadora Sulamir Monassa, destacou a importância de fortalecer o apoio aos trabalhadores do campo e às comunidades produtoras da região.
“Precisamos apoiar a agricultura e os agricultores, que desempenham um papel essencial para a sociedade. Muitas vezes, o Incra juntamente com outros órgãos, atuam em conjunto com instituições financeiras e de fomento para dar suporte à agricultura, à pecuária, à apicultura e a outras atividades que garantem alimento na mesa da população. É fundamental incentivar esse setor”, destacou a presidente.
“Embora o Tribunal não tenha competência para realizar a titulação de terras, podemos atuar como articulador, promovendo o diálogo entre os órgãos responsáveis e contribuindo para que esse processo avance. Queremos dar continuidade a esse trabalho e fortalecer cada vez mais essa parceria em benefício das comunidades rurais e ribeirinhas”, afirmou.
O coordenador-geral da ABAA, Deibe Júnior, destacou a importância da aproximação com a Justiça do Trabalho, ressaltando que o diálogo contribui para ampliar o entendimento dos trabalhadores sobre seus direitos e fortalecer a relação entre as instituições e as comunidades rurais e ribeirinhas.
“Hoje entendemos que a Justiça do Trabalho pode estar muito mais próxima dos trabalhadores e, principalmente, dos agricultores. Esse encontro mostrou que não existem barreiras quando há diálogo. A partir dessa aproximação, conseguimos esclarecer dúvidas, compreender melhor nossos direitos trabalhistas e fortalecer a forma como podemos atuar em defesa deles”, ressaltou.
Fonte: TRT 8ª Região
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