Café, escuta e diálogo marcaram a 8ª edição do Café com o Ouvidor

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Ao longo da tarde, servidores, advogadas e advogados compareceram e puderam apresentar sugestões, relatar experiências, fazer elogios e compartilhar demandas relacionadas aos serviços prestados pela Justiça do Trabalho no Espírito Santo.
 

Duas fotografias, a primeira com a presença de 4 pessoas, 3 mulheres e 1 homem. Na segunda, 7 pessoas, 5 homens e 2 mulheres.

20/5/2026 – Uma pausa para o café, conversas diretas e espaço aberto para escuta marcaram a 8ª edição do Café com o Ouvidor, realizada na terça-feira (19), na Ouvidoria do Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES). Os atendimentos foram realizados pela vice-ouvidora do Tribunal, desembargadora Daniele Corrêa Santa Catarina.

Ao longo da tarde, servidores, advogadas e advogados compareceram e puderam apresentar sugestões, relatar experiências, fazer elogios e compartilhar demandas relacionadas aos serviços prestados pela Justiça do Trabalho no Espírito Santo.

Segundo a vice-ouvidora, o encontro busca aproximar ainda mais a Ouvidoria da sociedade e fortalecer um atendimento acessível e humanizado. “É muito interessante poder ouvir quem tem interesse em apresentar sugestões, requerimentos, críticas ou elogios. As demandas são diversas e enriquecedoras. Em alguns casos, fazemos o encaminhamento direto para setores específicos. Em outros, a Ouvidoria desenvolve projetos para atender necessidades coletivas da sociedade”, destacou.

“Aqui nós somos ouvidos”

Entre os participantes da edição esteve a presidente da Associação Espírito-Santense da Advocacia Trabalhista (Aesat), Edilamara Rangel. Para ela, a Ouvidoria cumpre um papel importante ao oferecer um ambiente de escuta ativa e acolhimento. “A Ouvidoria abre espaço para que as pessoas possam realmente falar sobre o que estão vivendo no dia a dia. É um ambiente de escuta ativa, com acolhimento e encaminhamento das demandas apresentadas”, afirmou.

Ela também ressaltou a relação construída entre a advocacia e a Ouvidoria do TRT-17. “Existe diferença entre escutar e ouvir, e aqui nós somos ouvidos. Diversas demandas encaminhadas à Ouvidoria pela advocacia trabalhista já foram resolvidas”, completou.

Escuta que gera resultado

A chefe da Divisão de Ouvidoria do TRT-17, Flávia Andrade de Araújo, explicou que os projetos Café com o Ouvidor e Café com a Ouvidora da Mulher foram criados justamente para ampliar o diálogo com os usuários dos serviços do Tribunal. “Como o atendimento é feito de forma presencial pelo Ouvidor e pela Ouvidora da Mulher, a comunicação fica mais aberta, menos complicada, como um bate-papo com troca de informações e ideias”, afirmou.

Ela destacou ainda que, ao longo das edições, foram recebidos diversos tipos de manifestações, e, ainda que não tenha sido possível dar a solução que o(a) usuário(a) esperava, todas foram devidamente respondidas pela ouvidoria ou pelos setores responsáveis pela análise.

Segundo Flávia, algumas contribuições apresentadas durante os encontros chegaram a ser implementadas pela Administração do Tribunal. “Houve sugestões feitas por servidores aposentados que foram efetivamente adotadas pelo TRT-17. É uma oportunidade de aproximação com os diversos públicos que compõem a Justiça do Trabalho no Espírito Santo e também uma forma de identificar serviços que podem e devem ser aprimorados”, completou.

Sobre o projeto

Promovidos periodicamente pela Ouvidoria do TRT-17, os projetos Café com o Ouvidor e Café com a Ouvidora da Mulher integram as ações voltadas ao fortalecimento da transparência, da participação social e da melhoria contínua dos serviços oferecidos pelo Tribunal.

 

Fonte: TRT da 17ª Região  

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