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Conselho e sete Tribunais Regionais do Trabalho alcançaram 100% de cumprimento dos critérios avaliados
30/6/2026 – O Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) recebeu nota máxima no resultado parcial da 9ª edição do Ranking da Transparência do Poder Judiciário divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na última semana. O Conselho está entre os 20 órgãos do Judiciário brasileiro que cumpriram integralmente os critérios de transparência avaliados em 2026.
O Ranking da Transparência tem como objetivo incentivar os órgãos do Judiciário a disponibilizar informações de forma clara, acessível e padronizada, fortalecendo o controle social e ampliando a transparência pública. Nesta edição, foram avaliados 83 critérios distribuídos em 11 temas, entre eles gestão, tecnologia da informação, licitações e contratos, gestão orçamentária e financeira, ouvidoria e acessibilidade.
Maturidade institucional
Para o secretário-geral do CSJT, juiz Giovanni Olsson, o reconhecimento demonstra a evolução institucional do Conselho e o compromisso permanente da Justiça do Trabalho com a sociedade. “Ao conseguir se comunicar da forma mais direta e transparente possível com a sociedade, esse reconhecimento demonstra o aprimoramento e a qualificação crescentes das atividades do Conselho, assim como a maturidade da sua atuação institucional alcançadas na gestão do atual presidente”, disse.
Segundo o secretário-geral do CSJT, o resultado fortalece a confiança da sociedade no Poder Judiciário ao evidenciar que transparência e boa governança fazem parte da atuação cotidiana da instituição. “Esse compromisso não é apenas uma diretriz de gestão da atual Presidência, mas uma prática concreta vivenciada diariamente, graças à dedicação e ao comprometimento de todas as equipes do CSJT”.
O magistrado acrescenta ainda que a conquista transmite uma mensagem clara à sociedade e aos órgãos do sistema de Justiça. “Com esses indicadores públicos alcançados, a sociedade e o sistema de justiça podem ter a segurança de que a Justiça do Trabalho é uma parceira que pauta suas políticas, seus projetos e suas ações pela qualidade da gestão pública e pela transparência no acesso à informação”.
Trabalho contínuo
O assessor da Secretaria de Governança e Gestão Estratégica, Daniel Melo Sá, explica que o resultado é consequência de um trabalho permanente de fortalecimento da cultura da transparência, desenvolvido tanto internamente quanto em toda a Justiça do Trabalho.
De acordo com ele, nos últimos três anos a unidade estruturou processos de trabalho voltados ao aprimoramento contínuo das informações disponibilizadas pelo Conselho, buscando garantir que os dados oferecidos à sociedade sejam cada vez mais completos, confiáveis, tempestivos e compreensíveis.
“O Ranking da Transparência promovido pelo CNJ tem sido utilizado como um indutor de melhorias permanentes nos processos internos, contribuindo para que o CSJT avance cada vez mais em direção à transparência ativa”, Daniel Melo Sa, assessor da Secretaria de Governança e Gestão Estratégica.
Daniel destaca também que a atuação da Secretaria ocorre em duas frentes complementares. Internamente, a equipe orienta e acompanha as unidades do CSJT na adequação de processos e na melhoria da qualidade das informações divulgadas.
Nacionalmente, trabalha na formulação de estratégias, metas e iniciativas para apoiar os órgãos da Justiça do Trabalho na evolução de suas políticas de transparência, dados abertos e governança, sempre em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Entre as principais iniciativas está o projeto Transparência na Justiça do Trabalho, coordenado pelo CSJT. Em sua primeira fase, o projeto definiu um modelo padronizado para as páginas de transparência dos portais da Justiça do Trabalho. A etapa seguinte prevê a implantação desse modelo em toda a Justiça do Trabalho, envolvendo o CSJT, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) e os 24 Tribunais Regionais do Trabalho.
Ranking da Transparência
Promovido anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça, o Ranking da Transparência do Poder Judiciário avalia todos os órgãos do Judiciário brasileiro em seis segmentos: Justiça Estadual, Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Justiça Militar Estadual, Justiça Eleitoral e Tribunais Superiores e Conselhos.
A avaliação considera 83 questões distribuídas em 11 temas, como gestão, audiências e sessões, Serviço de Informação ao Cidadão (SIC), ouvidoria, tecnologia da informação, gestão orçamentária e financeira, licitações e contratos, gestão de pessoas, auditoria, sustentabilidade e acessibilidade.
O resultado divulgado pelo CNJ é preliminar. Os órgãos avaliados ainda poderão apresentar questionamentos antes da publicação do ranking definitivo.
(Nathália Valente/JS/AJ)
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