Justiça do Trabalho debate aprimoramento do atual plano estratégico da instituição

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A 1ª Reunião de Análise da Estratégia de 2026 debateu novas iniciativas, como o programa de itinerância e inclusão digital.

Foto em close da fachada do prédio do TST e do CSJT com um Ipê amarelo em primeiro plano e a fachada em segundo plano.

14/4/2026 – O Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) promoveu, na última semana, a 1ª Reunião de Análise da Estratégia de 2026. O objetivo foi discutir propostas e iniciativas voltadas ao aprimoramento do Plano Estratégico da Justiça do Trabalho (PE-JT) para o ciclo 2021-2026.

O encontro reuniu integrantes do Comitê Nacional de Governança e Gestão Estratégica (CNGE), convidados do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e dos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs).

Itinerância na Justiça do Trabalho

Durante a reunião, foram apresentadas as iniciativas que compõem o Portfólio de Iniciativas Nacionais (PIN) do PE-JT. O comitê validou 12 projetos já concluídos, que incluem desde a padronização das Cartas de Serviço até sistemas de automatização para o PJe. Além disso, acompanhou iniciativas em andamento, como a plataforma de Inteligência Artificial da Justiça do Trabalho (Chat-JT).

Os participantes também analisaram o alinhamento estratégico e a viabilidade de novas propostas, com destaque para o programa de Itinerância e Inclusão Digital da Justiça do Trabalho (Cidadania Aqui com Você), cujo escopo e complexidade de custos foram discutidos para sua implementação em 2026.

Transparência e proteção de dados

O encontro também abordou o fortalecimento da transparência administrativa, com a discussão da segunda fase do projeto Transparência JT, e a melhoria da experiência dos usuários nos serviços públicos do Judiciário Trabalhista, objetivo do projeto Serviços JT.

A adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) foi outro ponto discutido, com a análise do Índice de Conformidade com a Privacidade e Proteção de Dados dos Usuários (ICPPDU). O foco é estabelecer parâmetros que orientem os TRTs e promovam avanços graduais na proteção de dados, especialmente nos órgãos com menor maturidade na área.

(Sofia Martinello/AJ)

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